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Chega a 40 o número de mortos por H1N1 em São Paulo

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A prefeitura de São Paulo registrou 40 mortes provocadas pela gripe A (H1N1) e 385 casos confirmados da infecção em 2016, informou o secretário municipal da Saúde, Alexandre Padilha, nesta segunda-feira (25). Os dados são do começo do ano até o dia 19 de abril.
Os números apresentam aumento em relação aos dados divulgados em 8 de abril: 17 mortes confirmadas pelos vírus e 201 infectados. Uma das vítimas estava grávida.

Segundo Padilha, isso “não significa que houve aumento de mortes”. “Muitos casos que ocorreram nas últimas semanas estavam sob investigação e houve a confirmação. Há a notificação, a suspeita e depois o instituto Adolfo Lutz faz o teste, pode levar algumas semanas, 15 dias, para a confirmação”, explicou. “Não é que os óbitos ocorreram nesta semana, mas agora é que temos a confirmação.”

Ainda segundo o secretário, 22 das 40 vítimas na capital eram homens e 18, mulheres. A maioria das vítimas tinha mais de 45 anos. Em relação à porcentagem da população da capital, o maior número de óbitos foi registrado entre pessoas de mais de 60 anos e menos de 5 anos -foram 13 idosos e 4 crianças com até 5 anos.

Padilha descartou um cenário de pandemia semelhante ao de 2009 e 2010. Na capital também houve, em 2016, 20 surtos de H1N1 – cinco em hospitais, 11 em instituições escolares e 4 em residências. Quatro destes casos ocorreram na região Oeste da cidade (Butantã, Lapa e Pinheiros), 8 na região Sudeste (Vila Mariana, Jabaquara e Vila Prudente) e 6 na Zona Sul (Santo Amaro e M’boi Mirim).

Locais das mortes
Do total, 21 mortes foram registradas em hospitais públicos e conveniados pelo SUS e outras 19, em hospitais privados. Das vítimas, 31 apresentavam fatores de risco, com obesidade, cardiopatia, pneumopatia e 14 não haviam sido vacinados em 2015. “Existe uma antecipação da circulação do vírus H1N1 e é necessário e importante que quem está em grupos de risco que procure os postos de vacinação”, disse Padilha.

Até 19 de abril, foram notificados 2.218 casos de síndrome respiratória aguda grave na cidade de São Paulo, sendo que 93 deles resultaram em mortes. Dos 2218 há 63 gestantes e 497 foram confirmados como sendo da gripe Influenza.

Segundo Padilha, 1,75 milhão de pessoas já haviam sido vacinadas na cidade até 20 de abril, o que corresponde a 63,9% do público-alvo.

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