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Casos de dengue em Itapevi despencam 84% no primeiro trimestre

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De janeiro a março, apenas quatro casos de dengue foram registrados na cidade, contra 25 no mesmo período de 2016 A cidade de Itapevi registrou queda de 84% no número de casos confirmados de dengue no primeiro trimestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado. O número passou de 25 em 2016 para apenas quatro neste ano.

Já os casos notificados caíram de 399 nos três primeiros meses do ano passado para 64 no mesmo período de 2017 – outra queda de 84%.

Ao mesmo tempo, o número de casos de chikungunya caiu de 7 para zero. Não houve registro de casos de zika neste ano nem em 2016.

“Estes números são resultados direto do trabalho realizado pela Prefeitura desde o início do ano. A prevenção é a maior arma de combate ao mosquito”, disse Luiza Nasi, secretária de Saúde e Bem-Estar de Itapevi.

“Por isso, intensificamos o trabalho de conscientização e eliminação dos criadouros nos bairros que tiveram maior incidência de dengue no ano passado”, afirmou a secretária.

Mutirões a app

A Prefeitura encerrou neste mês de abril a primeira etapa da campanha de combate ao Aedes aegypti, já que em baixas temperaturas diminui o índice de proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

“Estamos encerrando os mutirões neste semestre. Mas ainda temos que ficar vigilantes e eliminar todo possível foco do mosquito”, alertou o prefeito de Itapevi, Igor Soares.

Além disso, a Prefeitura lançou em fevereiro o aplicativo “Xô Aedes”. Com ele, o munícipe poderá apontar às equipes da Vigilância Epidemiológica a existência de criadouros. O aplicativo conta com sistema de geolocalização, e está disponível para smartphones Android na Play Store, e na Apple Store, para quem usa iPhone.

Desde o início do ano, foram realizados 11 mutirões de combate ao mosquito.  Eles reuniram cerca de 100 trabalhadores, entre agentes de saúde e profissionais de limpeza, para eliminar os focos do mosquito e conscientizar a população de que o combate ao vetor das doenças deve ser permanente.

A ação teve reforço do Exército, que semanalmente disponibilizou cerca de 20 soldados para auxiliar na tarefa. A ação utilizou também caminhões de lixo, Cata-Bagulho e uma máquina retroescavadeira.

Ao todo, foram recolhidas 620 toneladas de entulho e 17 mil casas foram visitadas. A força-tarefa eliminou quase três mil criadouros do mosquito e fez a colocação de tela em 700 caixas d’água.

A força-tarefa de combate ao mosquito deve voltar a atuar na Primavera, entre outubro e novembro, quando as temperaturas voltam a ficar mais altas. Mas as ações de rotina das equipes de saúde que fazem o controle dos vetores continuam, assim como a telagem de caixas d’água sempre que necessário.

2016 e 2017

Ao longo de todo o ano de 2016, 617 casos de dengue foram notificados e 38 confirmados na cidade. No mesmo ano, foram notificados 56 casos de chikungunya e sete foram confirmados. Nenhum caso de zika foi registrado.

O ano mais crítico de casos de dengue em Itapevi foi em 2015, quando 3.783 casos foram notificados e 2.125 confirmados. Na ocasião, cinco óbitos foram registrados. Nesse período, não houve casos de zika ou chikungunya.

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